1) Piadas

1.1) Um Certo Presidente

Um certo presidente brasileiro queria um selo com sua foto para marcar a sua despedida do governo.

Ele exigiu um selo de altíssima qualidade. Os selos sao criados, impressos e vendidos.

O presidente fica radiante!

Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.

O presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.

Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema ao Presidente.

O relatório diz:

"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está cuspindo do lado errado."

1.2) Selo

O guasca entra no Correio para postar uma carta. Na hora de colar o selo, chama a atenção do bacana a seu lado, que lhe diz:

- Ei, não é higiênico lamber o verso do selo.

- E eu não sei, tchê? Mas é que lambendo do outro lado ele não cola.

(in João Kuiudo, O Melhor do Humor Gaúcho, Jornal Sul Brasil, 27 de outubro de 2002, Chapecó, p. 08)

1.3) Carteiro Feliz

Carteiro Feliz é aquele que gosta de sê-lo. (Almanaqueiza, edição 2004, Porto Alegre, p. 08)

1.4) Dialogue

- This is a very rare stamp from the 1400 century!

- But... there was no postage by this time...

- Well, that is what makes this stamp so rare.

1.5) Carimbada

Um engraçadinho deu um beijo numa moça, em plena rua, e esta aturdida perguntou:

- O que é isso ?

- É o selo do amor.

A moça deu então uma bofetada no atrevido. E este perguntou:

- Mas o que é isso ?

- É o carimbo do correio.

1.6) Emprego de Telegrafista

Na sala do antigo DCT - Departamento de Correios e Telégrafos, vários candidatos a uma vaga de telegrafista aguardavam a sua vez de serem entrevistados - e conversavam tão animadamente que não prestaram atenção aos sinais emitidos pelo alto-falante. Justamente nesta ocasião um homem adentrou na sala e sentou-se, calado, à parte. Subitamente, levantou-se e se dirigiu para uma sala contígua, voltando logo depois, sorridente.

- Que é isso? - disse-lhe um do grupo. - Como foi que você passou na nossa frente? Nós chegamos primeiro.

- Um de vocês podia ter conseguido o emprego, replicou o outro, se tivessem prestando atenção à mensagem. - Que mensagem?

- Aquela de código morse, sempre repetido pelo alto-falante: “O homem que estou procurando deve estar sempre alerta. O primeiro que ouvir esta mensagem deve entrar na porta da direita que será contratado como telegrafista”.

2) Tiras de Jornal

3) Imagens Engraçadas

4) Poesia

Ending transcribes a philatelic " poetry " of Aluízio Azevedo, in response to a request of stamps that he had done to the friend Dr. Rodrigo Otávio (Brazil), great philatelist of the beginning of the Century:

Poesia "Filatélica"

  Pedistes selos? Pois selos
Tereis os que apetecerdes,
Encarnados, amarelos,
Azuis, roxos e verdes;

  Tê-lo-eis grandes, pequenos,
A farta postos à escolha
Uns melhores, outros menos,
Uns velhos, outros em folha.

  Mandar prefiro os antigos,
De velhos, cansados povos
Pois os selos, como amigos,
Mais valem velhos que novos.

  Tê-los-eis dos mais legítimos
desde o tempo dos Henriques,
Em réis, centavos, cêntimos,
Em shillings e peniques.

  Tê-los-eis com vários bustos
Tê-los-eis de vários anos,
De imperadores vetustos
E chefes republicanos.

  Tê-los-eis de vários gostos,
Firmados em línguas várias,
Mostrando diversos rostos
De personagens lendárias

  Rostos de moços e velhos
Que humildes povos incensam,
E de importantes fedelhos
que já reinam e ainda não pensam ;

  De rainhas primitivas
Que a nós só contam da História
E de outras que estão bem vivas
Como a grande Rainha Vitória;

  De Colombo e sua roda,
De Santo Antônio e do Papa.
Pois, depois de selo é moda
Já ninguém do selo escapa.

  Apesar receio, amigo,
Que à força de mandar selos
Fique eu doido e vós comigo
à força de recebê-los.


Also read:

(in Menino Antigo (Boitempo II): Rio de Janeiro, José Olympio/INL, 1973)

5) HINO DA FILATELIA

Tantos fatos, assuntos, momentos
Ficam gravados na nossa memória
Estampados nos álbuns e livros
Da ciência auxiliar da história

  Ela voa sem ter asas
Dando asas à imaginação
Em cada vôo da Filatelia
Uma nova magia, uma nova paixão

  REFRÃO

  Filatelia uma arte
Fonte sadia de grande prazer
Um exercício de paciência e ordem
Uma ciência, um estudo, um lazer

  Tantos cantos de nosso planeta
São percorridos por ela sem fronteira
Sem preconceitos de credos e raças
Unindo povos na terra inteira
Ela anda sem ter pernas
Favorecendo a comunicação
Pelos caminhos da Filatelia
A paz e a harmonia aos povos virão

  REFRÃO

  O passado, presente e futuro
Se entrelaçam na mesma esfera
Na qual criança madura se porta
E o adulto seus sonhos libera

  A magia de seus selos
Também sela a nossa união
E a saudamos oh Filatelia
Com grande alegria, com grande emoção

  REFRÃO

  (Maria Yvete Fontoura - Curitiba / PR)


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